Postado em 3/9/2008 15:50 por Cláudia Oliveira
O elevador e a mulher

É muito interessante o fenômeno interno que acontece quando uma mulher encontra-se em um elevador. Aliás, cada reação feminina dentro desse cubículo que sobe e desce é milimetricamente calculada, dependendo das pessoas que compartilham do mesmo espaço limitado.
Por exemplo: se você entra no elevador com uma amiga, certamente vai reagir diferentemente do que se estivesse ao lado do vizinho bonitão e calado do sétimo andar. Quando o galã está no recinto, além do mais, faltam palavras e sobram olhares e tiques nervosos com o cabelo. Não é verdade?
Mulheres num elevador discorrem sobre roupas, peso, cabelos, estilo de vida que pretendem abandonar. Falam dos amores, do trabalho, dos pecados e da novela. Falam até do tempo, quando encontram tempo. Isso quando não ajeitam a maquiagem no espelho, ou fazem gracinhas – quando estão sozinhas – para a câmera que monitora o cubículo.
É por essas e outras que “elevador” devia estar no feminino.







